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Página Inicial > Coletiva de imprensa abordou potencial da estrutiocultura no Brasil
Uma iniciativa das empresas Avestro S/A e Fazenda Pé Forte reuniu, para uma coletiva de imprensa, jornalistas de diversos veículos da imprensa de grande expressão dos setores do agronegócio, gastronômico e econômico do Brasil. O evento aconteceu dia 03 de fevereiro, no Restaurante Cantaloup em São Paulo/SP e contou com a presença de alguns dos principais nomes do setor. Na ocasião, foram entrevistados Giovanni Costa, diretor-presidente da Avestro S/A - responsável por toda cadeia produtiva da carne de avestruz, Joel Wolff, diretor da Fazenda Pé Forte, Adair Ribeiro Júnior, presidente da ACAB – Associação dos Criadores de Avestruz do Brasil e, também, Nuno Gomes, diretor do departamento de carnes da Klein Karoo, empresa africana maior fornecedora de produtos de avestruz do mundo, que esteve visitando algumas instalações da estrutiocultura no Brasil.
De acordo com Giovanni Costa da Avestro S/A e organizador deste evento, o objetivo da coletiva foi oferecer aos jornalistas presentes a oportunidade de debater sobre o tema estrutiocultura no Brasil e a ampliação que esse mercado está apresentando atualmente. Segundo Giovanni, o potencial de crescimento deste segmento para nosso país é enorme, principalmente pela demanda ser muito maior que a produção atual. “Para se ter uma idéia da crescente demanda, neste último reveillon quase faltou carne em nossos estoques, pois as solicitações cresceram muito”, ele recorda. Para melhor atender esse mercado em ascensão, a Avestro S/A vem ampliando suas instalações através de parcerias. Uma das mais recentes ocorreu com a Fazenda Pé Forte, que fornecerá mais de 6 mil avestruzes em 2005 para a Avestro S/A. “A Pé Forte deverá ser o principal fornecedor de aves para abate em 2005. A Avestro S/A, a Pé Forte, a Vereda dos Avestruzes e a Fazenda Lagoa trabalharão juntas para consolidar a qualidade da estrutiocultura nacional”, ressalta Giovanni.
Adair Ribeiro Júnior, presidente da ACAB, também esteve presente na coletiva. Segundo ele, a atividade da estrutiocultura movimenta, por ano, o equivalente a U$ 2,5 bilhões. “Hoje não há dúvidas que nosso produto está totalmente adequado às exigências impostas pelo mercado mundial”, comentou. Dados da ACAB apontam que a estrutiocultura brasileira soma atualmente um plantel de aproximadamente 200 mil aves, sendo que dezenas nascem diariamente. A expectativa da entidade é fechar 2005 contabilizando 400 mil avestruzes no plantel nacional.
Visita africana
Sob a coordenação das empresas Avestro S/A e Fazenda Pé Forte, Nuno Gomes, da Klein Karoo, liderou uma equipe desta empresa que visitou, de 29 de janeiro a 03 de fevereiro, algumas das principais instalações industriais da estrutiocultura no Brasil, localizadas no interior dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. O objetivo desta visita foi conhecer nossas instalações tendo em vista a formalização de novos negócios nos próximos meses. “Fiquei surpreso com a qualidade e o aspecto das aves e fazendas que encontrei no Brasil, pois o manejo adotado é igual ao que possuímos na África do Sul e os sistemas de incubação e índices de mortalidade são idênticos aos níveis que temos na nossa região”, avaliou Nuno. De acordo com ele, “o único ponto a ser aperfeiçoado no Brasil é o custo da ração, que hoje está 50% mais cara que o preço praticado na África do Sul”.
Nuno finalizou com uma afirmação animadora. Segundo ele, a estrutiocultura ainda tem muito a crescer mundialmente, pois “o potencial do mercado é muito maior que os números disponíveis agora”.
Fonte: Avestro
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